ESTANTE DE LIVROS DE MENSAGENS
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
domingo, 13 de janeiro de 2013
QUANDO ME AMEI DE VERDADE
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Não devemos ter medo dos confrontos... Até os planetas se chocam e do caos nascem as Estrelas.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Não devemos ter medo dos confrontos... Até os planetas se chocam e do caos nascem as Estrelas.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
domingo, 6 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
MESTRE JESUS
Bem, falemos de Jesus ou melhor, da relação que temos com
ele.
Jesus era conhecido como Rabi ou Mestre. E era.
Jesus foi considerado na codificação de Modelo e Guia da
humanidade, e ele - ele - o é.
Jesus é chamado por muitos, espíritas inclusive, de Senhor
Jesus. Talvez, o chamar Jesus de Senhor, no meio espírita, tenha origem no
livro Obreiros da Vida Eterna, com o hino "Glória aos Servos Fiéis
"..
Tudo muito bom tudo muito belo. Mas, isso é verdadeiro? Não
ele ter sido conhecido por todos esses nomes - mestre, rabi, modelo, guia e até
mesmo senhor e sim, os que chamam ele dessa forma, o sentem verdadeiramente
assim?
Lembro que Mestre, requer discipulos; modelo e guia precisa
de quem o siga. Nós o seguimos? Temos sido REALMENTE seus discipulos?
Lembro também que o
proprio Jesus disse: "E por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o
que eu digo?" (Lucas,6) e "Nem todo aquele que me diz: Senhor,
Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai
que está nos céus." (Mateus, 7)
É lindo cantarmos e lermos o "ó, Senhor, (ó meu
Senhor), Eis-nos aqui, queremos ser seus servos fiéis, enche-nos as mãos de
dádivas benditas, para que repartamos em seu nome: A lei do bem, A luz da
perfeição, O alimento do amor, A
alegria da paz, A força da fé, A coragem, A esperança, ..." mas, seria
muito mais lindo se não só ficassemos no desejo, nas palavras bonitas, porém
vãs e nos dedicassemos - TODOS - a sermos - DE FATO - seguidores dos exemplos
do modelo e guia de perfeição que o homem pode aspirar na Terra.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
A ENERGIA MENTAL
A energia mental é o fermento vivo que
improvisa, altera, constringe, alarga, assimila,
desassimila, integra, pulveriza ou
recompõe a matéria em todas as dimensões.
Por isso mesmo, somos o que decidimos,
possuímos o que desejamos, estamos onde
preferimos e encontramos a vitória, a
derrota ou a estagnação, conforme imaginamos.
A história da Criação, no livro de
Moisés, idealizando o Senhor diante do abismo,
simboliza a força da mente e perante o
cosmo.
“Faça-se a Luz _ determinou a Divina Vontade _ e a luz se
fez sobre as trevas”.
Ama a Deus, Nosso Pai - ensinava Ele
-, com toda a tua alma, com todo o teu coração e
com todo o teu entendimento.
Ama o próximo como a ti mesmo.
Perdoa ao companheiro quantas vezes se
fizerem necessárias.
Empresta sem aguardar retribuição.
Ora pelos que te perseguem e caluniam.
Ajuda aos adversários.
Não condenes para que não sejas
condenado.
A quem te pedir a capa cede igualmente
a túnica.
Se alguém te solicita a jornada de mil
passos, segue com ele dois mil.
Não procures o primeiro lugar nas
assembléias, para que a vaidade te não tente o
coração.
Quem se humilha será exaltado.
Ao que te bater numa face, oferece
também a outra.
Bendize aquele que te amaldiçoa.
Liberta e serás libertado.
30
Dá e receberás.
Sê misericordioso.
Faze o bem ao que te odeia.
Qualquer que perder a sua vida, por
amor ao apostolado da redenção, ganhá-la-á mais
perfeita, na glória da eternidade.
Resplandeça a tua luz.
Tem bom ânimo.
Deixa aos mortos o cuidado de enterrar
os seus mortos.
Trabalha e confia, na certeza de que o
Senhor da Obra te observa e segue vigilante.
Não duvides, nem temas.
Dá o melhor de ti mesmo a Seara da
vida, e o Divino Lavrador, sem que percebas,
pendurará nas frondes do teu ideal a floração da
esperança e a messe do triunfo.
Ainda que eu falasse as línguas dos
homens e dos anjos,
e não tivesse caridade, seria como o
metal que soa ou
como o sino que tine”.- PAULO. (I
Coríntios, 13:1.).
Parafraseando o Apóstolo Paulo,
ser-nos-á lícito afirmar, ante as lutas renovadoras do diaa-
dia:
- se falo nos variados idiomas do
mundo e até mesmo na linguagem do Plano Espiritual, a
fim de comunicar-me com os irmãos da
terra, e não tiver compreensão dosa meus
semelhantes, serei qual gongo que soa
vazio ou qual martelo que bate inutilmente;
- se cobrir-me de dons espirituais e
adquirir fé, a ponto de transplantar montanhas, se não
tiver compreensão das necessidades do
próximo, nada sou;
- e se vier a distribuir todos os bens
que acaso possua, a benefício dos companheiros em
dificuldades maiores que as nossas, ou
entregar-me à fogueira em louvor de minhas próprias
convicções, e não demonstrar
compreensão, em auxílio dos que me cercam, isso de nada
me aproveitaria.
A compreensão é tolerante, prestimosa,
não sente inveja, não se precipita e não se
ensoberbece em coisa alguma. Não se
desvaira em ambição, não se apaixona pelos
interesses próprios, não se irrita,
nem suspeita mal. Tudo suporta, crê no bem, espera o
melhor e sofre sem reclamar. Não se
regozija com a injustiça e, sim, procura ser útil, em
espírito e verdade.
De todos as virtudes, permanecem por
maiores a fé, a esperança e a caridade; e a
caridade, evidentemente, é a maior de
todo, entretanto, urge observar que, se fora da
caridade não há salvação, sem
compreensão a caridade falha sempre em seus propósitos,
sem completar-se para ninguém.
“A LIBERTAÇÃO SÓ VIRÁ COM A REFORMA INTIMA”
“A LIBERTAÇÃO SÓ VIRÁ COM A REFORMA
INTIMA”
Para iniciarmos o tema
se faz necessário uma análise sobre a visão da dor, sob o ponto de vista de
que, quanto mais grave o mal, tanto mais enérgico deve ser o remédio, pois o
ser humano, espírito reencarnado na Terra, enfrente terrível inimigo conhecido
como dor, mas por necessidade evolutiva, já que para os Espíritos Superiores a
dor é mecanismo de progresso espiritual, constituindo-se, pois, numa instrutora
em nossa vida.
A dor pode
apresentar-se em três aspectos: física, espiritual e moral e recebem
denominações várias: angústias, amarguras, aflições, tristezas, solidão,
despeito, mágoa, ciúme, inveja, ingratidão, insegurança, irritação, indiferença,
egoísmo, orgulho e todo um rosário de outras manifestações do espírito que se
expressam na sua estruturação interna, com repercussões externas, incomodando-o
profundamente e por isso, muito simples entender o que pretendemos mostrar. Não
existisse a dor, o que aconteceria com a mão esquecida sobre uma chapa
incandescente?
Como ficariam nossos
pés se caminhássemos sobre espinhos ? Se
fossemos insensíveis ao choque elétrico, que conseqüências adviriam?
Para a medicina da terra a
dor física é um sintoma de alarme, apresentando pelo organismo, dizendo que
algo não vai bem com o seu funcionamento e vista dessa forma, a dor física
deixa de ser uma inimiga e passa a ser uma grande aliada do nosso organismo ou
do nosso corpo, pois este autêntico alarme revela que devemos parar e nos
cuidar, de forma a atenuar ou aliviar por completo a sua presença desagradável
e a forma mais eficaz para evitar a recidiva de qualquer sofrimento é descobrir
a sua causa, pois quando descoberta, a criatura inicia toda uma vigilância a
fim de não o provocar, agindo de forma a neutralizar a sua fonte geradora.
O mesmo procedimento
devemos adotar com as nossas dores da alma, isto é, a dor moral, aquela que
atinge diretamente o espírito, acima referidas, que se mostram, na maioria, de
difícil erradicação, tendo em vista que também existe a necessidade de
descobrir-se a causa, a sua origem, muitas delas não encontradas nesta vida,
mas no passado reencarnatório, dificultando muito a sua descoberta para quem
não for um médico ou um psicoterapeuta reencarnacionista.
Pois bem, depois de
encontrar os analgésicos para o alivio da dor física, a medicina terrena
moderna chegou à conclusão de que o sistema que dispara a dor física tem seu
fulcro central na alma, no processo emocional que funciona no interior de cada
um, evidenciando-se para a medicina dos homens que a dor física tem sua origem
no desajuste da alma, é uma enfermidade espiritual que Jesus, o Médico por
Excelência, veio tratar através de um medicamento chamado AMOR, que é o grande
antídoto contra a dor do espírito, o medicamento que deve ser “ingerido” para
neutralizar o seu surgimento, sem custo financeiro, já que não é encontrado nas
farmácias, mas sim no interior da alma humana.
Fugir da dor, portanto,
libertar-se do sofrimento são anseios buscados pelo espírito reencarnado, ou na
erraticidade ligados à Terra, e ainda estigmatizados pela necessidade de incorporar
ao seu conviver com o próximo, consigo mesmo, e conseqüentemente com Deus, os
verdadeiros valores da Vida e com o advento da Doutrina Espírita, sabemos que
tais valores se acham em estado embrionário em nosso íntimo mais profundo,
carecendo de serem encontrados e trabalhados, porque temos, os espíritas, a
melhor noção de que somos espíritos imortais, com um destino fatal – a
perfeição logo, este é um determinismo Divino – somos perfectíveis.
Vejamos, inicialmente,
que a dor, seja física ou espiritual, é sofrida por quem a provoca e que nunca
bate em porta errada e assim, não há porque, em hipótese alguma, atribuir a
terceiros a culpa de nossas dores, pois que eles resultam das atitudes, dos
procedimentos, das ações praticadas contra a Vida, ou, como queiram, contra
Deus portanto, estivesse a dor fora de mossa realidade, estaríamos reencarnados
em outro mundo e por essa razão, importa termos a consciência de que não é com
o próximo que o ofensor contrai uma dívida – compromete-se, porque, caso seja
perdoado pelo ofendido, como ficaria a dívida contraída pelo ofensor? Sem resgate, sem pagamento ?
Assim sendo, saindo o
ofendido com o seu perdão do ciclo energético negativa criado pelo ofensor,
este será trazido às instâncias da Lei, de onde estiver, para aprender, através
do mecanismo da dor, a não reincidir no mesmo erro e desta forma, aqui na
Terra, estamos aprendendo, em essência, a não errar mais e daí observar-se, que
Deus a ninguém liberta gratuitamente de suas faltas, por mais possam apregoar
certas doutrinas cristãs, as quais preceituam que a aceitação simplista de
Jesus, como o Salvador, seja o suficiente para que o crente se livre da dor
porém, transferir para outrem, para Jesus mesmo, as suas faltas a fim de que
seja perdoado e liberto da dor, é um ledo engano que não encontra respaldo na
lógica da Justiça Divina.
Entorpecer o corpo de
prazeres, segundo correntes materialistas científicas ou filosóficas, a ninguém
isenta da dor – existe, sim, a necessidade de assumir a responsabilidade de uma
mudança comportamental, mudança que sempre pode libertar o indivíduo da dor,
quando bem realizada segundo padrões éticos/morais/cristãos e ignora que
aconselha a busca dos prazeres como forma de libertação da dor, pois eles não
costumam atender a sede total de quem os busca de forma desordenada – muito
pelo contrário, leva aos desvarios provocados pelas drogas alucinógenas,
estupefacientes, quando usadas para se chegar a essa alegrias superlativas,
diferentes, aquelas que projetam a criatura para fora de sua realidade. A
consciência enferma que busca estes elementos nocivos para alegrar-se não pode
ser conduzida à felicidade que não merece, nem à paz que não faz jús.
A dor espiritual,
principalmente, tem uma tarefa na sua postura existencial de servidora do ser
humano: provocar-lhe o despertar consciencial, mostrando-lhe a necessidade do
reequilibrio emocional diante da Lei Natural, o que redunda em fortalecer o seu
sistema imunológico e dessa forma, a linguagem da dor e o seu objetivo
educativo repontam apenas em poucas pessoas, aquelas com certo amadurecimento
espiritual, capacitadas a escutar e a entender o seu funcionamento na Vida, no
seu contexto dual, isto é, material e espiritual.
Sócrates, Francisco de
Assis, Martin Luther King Júnior, Joanna D’Arc, Gandhi, John Fitzgerald
Kennedy, Madre Tereza, Chico Xavier e tantos outros sentiram o aguilhão da dor
na carne, sem permitir que ela lhes atingisse a alma;
eles que sofreram a dor
da humilhação, do cárcere injusto, de arbitrários julgamentos, mantendo, não
obstante, a força do amor nos corações, oferecendo, assim, para os pósteros, o
testemunho de suas condições internas de leais servidores do Bem e da
Humanidade tal qual moeda de resgate e alta concessão divina, a dor ajuda a
fixar o bem em que a sofre e “Com a sua ausência ignoraríamos a paz,
desconsideraríamos a alegria, maldiríamos a saúde” diz-nos Joanna de Ângelis.
Nosso dever, portanto,
é a fixação da prática do bem em nossas telas mentais, em nosso inconsciente,
ou psiquismo de profundidade, a fim de que este responda sempre aos nossos
apelos nobres, às nossas justas iniciativas, preparado que se acha para
responder de conformidade com o que nele introjetamos, já que nosso
inconsciente é terra fértil, nem boa nem má, que apenas armazena o que lhe
enviamos pela zona consciente, devolvendo, como recebeu, as nossas emoções e os
nossos sentimentos, as nossas alegrias e as nossas mágoas, as nossas venturas e
as nossas aflições --- acalmar-se, tranqüilizar o emocional, eis a palavra de
ordem do consciente ao inconsciente, embora a tormenta externa nos atinja e nos
faça sofrer e requisitado, o inconsciente responderá de conformidade com o que
lhe enviou o consciente, repitamos.
Para Jesus a dor
sofrida é felicidade: Ele que soube encarar o sofrimento como um amigo de todas
as horas, em todos os instantes de seu sofrimento elegeu a dor para exaltar o
amor e a bondade como rota de luz, visando à pacificação geral e assim mesmo
prosseguiu imperturbável e nós, devemos seguir o seu exemplo mesmo que
estejamos amesquinhados por dores e preocupações, dilacerados por aflições
ultrizes, levantemo-nos estóicos e cristãos, com a cabeça aureolada de
esperanças, tomemos as asas do amor para com elas louvarmos a Jesus, o Senhor
do Bem e da Paz, e sigamos rumos às regiões de Libertação onde nos aguardam
todos quantos se amam, após haverem perlustrado os caminhos tortuosos dos
enganos.
Não nos esqueçamos, que
temos às nossas meditações, em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, capítulo V,
item 10, que as provações da vida fazem adiantar quem as sofre, quando bem
suportadas elas apagam as faltas e purificam o espírito faltoso e quanto mais
grave é o mal, tanto mais enérgico deve ser o remédio”, salientam os Espíritos
Superiores e continuam: “Dele, depende, pela resignação, tornar proveitoso o
seu sofrimento e não lhe estragar o fruto com as suas impaciências, visto que,
do contrário, terá que recomeçar”. E, no mesmo livro, capitulo XIV, item 9: “As
provas rudes, ouvi-me bem, são quase sempre indício de um fim de sofrimento e
de um aperfeiçoamento do Espírito, quando aceitas com o pensamento em Deus.”
Ai está, queridos
Irmãos, a definição do caminho à ser seguido na busca de nosso crescimento
íntimo, na busca da reformulação de nossa Vida com equilíbrio da ciência, da
filosofia e da religião e para isso, encontramos na obra de Rodin em Paris, as
condições para refletir sobre o tríplice aspecto do Espiritismo e esta
observação acontece quando se deita os olhos sobre fotos da obra “As Três
Sombras”, na qual o artista traduz três homens apontando seus braços esquerdos
para o mesmo lugar e observando melhor, percebe-se o porque do nome da
obra; são três estátuas exatamente
iguais em posições diferentes, apontando para uma mesma direção, evidenciando
um mesmo objetivo e não sei por que, mas pensei no dilema que vivem alguns
espíritas sofrendo para classificar a doutrina como sendo uma ciência, uma
filosofia ou uma religião, como se esta questão fosse uma espécie de “enigma”
ou “mistério”, justamente no Espiritismo, que nos permite a possibilidade do
total despojamento desta natureza de coisas, já que em última análise, elas
acabam por transformar em dogmas a serem impostos.
Vi aqueles três homens,
diferentes em suas posições, mas iguais em seus objetivos, como a representação
dos três grandes meios de busca da humanidade: busca do conforto intelectual,
mas também espiritual, busca da harmonia e da felicidade, ou seja, busca da
verdade, da verdade como conceito fundamental, busca da verdade como resposta
às suas questões mais perturbadoras e ao mesmo tempo, e por isso mesmo, mais
fundamentais para a sua homeostase psíquica, pois a verdade, por definição,
deve ser única e imutável; única, posto que se é verdade não pode ter outra
versão ou uma outra possibilidade dentro daquela condição específica à qual
existe e determina, e também imutável, posto que se é verdade, é constante
dentro da realidade em que é aferida.
Esta verdade, a que me
refiro, caros Irmãos, é o conhecimento humano, determinando a compreensão de si
mesmo e do universo que o cerca, afastando o medo gerado pelo desconhecido e,
conseqüentemente, determinando a serenidade, o equilíbrio, o bem-estar e esta
procura pela verdade, é algo que sempre existiu na história da humanidade, pelo
menos desde que o homem agregou condições suficientes para indagar sua origem e
seu destino.
Vejamos a ciência, a
filosofia e a religião como caminhos, como alternativas ou modos de buscar esta
verdade reveladora e acalentadora, pois a ciência busca o alívio das dores
humanas, o mesmo se dá com a religião e como a filosofia; entretanto, várias
são as diferenças entre estes caminhos --- iniciemos com uma análise da
religião, que de certa forma pode ser considerada a mais antiga e a mais difundida
maneira de busca, pois ao que deseja trilhar este caminho, basta que haja
disposição para tal, pois não exige nenhum conhecimento prévio ou preparo
intelectual, não solicita estrutura ou complexidade, apenas a reflexão íntima,
partindo do princípio que determinado argumento encontra eco em seu coração e
provoca bem-estar, cabendo observar, que não estamos usando o termo “religião”
como instituição, mas como ato ou intenção de religar-se, de retornar à origem,
de chegar à causa de maneira praticamente imediata, usando como veículo a
emoção, o sentimento, sem nenhuma necessidade de comprovação ou coerência, pois
economiza etapas, levando aquele que crê diretamente à verdade que é
reconhecida por seus anseios e nada mais..
É muito reconfortante,
pois sacia nossa necessidade de saber, de tentar entender, sem que fiquem as
angústias do desconhecido; entretanto,
é um caminho bastante impreciso já que para usufruir de sua velocidade instantânea,
desfaz-se de qualquer outro fator regulador ou controlador que não seja seu
próprio veículo, qual seja, a emoção e dessa forma, há que se admitir, que de
uma maneira ou de outra, é possível que se possam atingir condições totalmente
equivocadas por este caminho, mas que tragam, mesmo assim, a sensação
necessária para o bem-estar e a serenidade pretendidas e almejadas enfim, de
qualquer modo, o objetivo final é aquela verdade que nos fará felizes.
Já a ciência pode ser
considerada mais recente porém, nem por isso é nova e busca a tal verdade de
maneira incessante e sem nenhuma pressa;
entretanto, pensa obsessivamente na precisão, preocupa-se com o erro,
resistindo por isso às conclusões finais óbvias e fáceis, tendo como veículo a
experimentação, não se contentando com os primeiros resultados, esperando
sempre a confirmação que vem de mais experimentações, trilhando o caminho de
forma vagarosa, mas confiante, muitas vezes podendo beirar a pretensão enfim, a
ciência busca a verdade, todavia, não especula ou não acredita no que vai muito
além do que possa ser medido ou observado naquele momento – é muito precisa e
segura, mas não traz conforto imediato mas, de uma maneira geral, temos
necessidade de ambas as formas de busca, pois podemos ir reformulando nossos
conceitos religiosos pelo evolução da ciência, corrigindo os rumos imediatistas
da religião e ao mesmo tempo usando esta última como bússola na determinação da
direção a ser pesquisada e experimentada.
No meio destas duas
vias encontramos uma terceira, que nos parece fazer uma ponte entre as duas
primeiras, a filosofia, que municia a ciência de hipóteses a serem
experimentadas e sacia a religião, dando sentido aos seus conceitos emocionais
pois, a filosofia usa como veículo a razão, portanto, experimenta pela
observação as hipóteses que constrói, geradas por suas idéias e motivações,
tendo no laboratório da mente e de suas argumentações as ferramentas que
constroem a verdade.
É um caminho
intermediário que não tem a morosidade da ciência que necessita de tempo para a
consolidação das suas idéias, mas não é tão rápido quanto a religião, já que
elabora seus conceitos em bases reais e racionais e não para mente emocionais
mas, nem por isso, deixa de buscar a verdade e tem vários pontos de intersecção
com os demais.
Voltando ao trabalho de
Rodin, eu diria que a figura do centro é a filosofia, a da direita é a ciência
e da esquerda a religião, todos os três indicando o mesmo objetivo que é a
compreensão da verdade e ai, cabe entender, se três caminhos diversos convergem
para um mesmo ponto, quanto mais próximos do ponto, mais próximos serão os
caminhos, sendo bastante possível que em determinado momento possam
confundir-se formando um caminho único e, é assim que vejo o Espiritismo, um
ponto à frente da ciência, da filosofia e da religião, sendo portanto único, e
ao tempo, os três --- sendo inútil classificá-lo segundo os nossos conceitos
antigos, pois para entendê-lo é necessário transgredi-los, desenvolvê-los,
mesclando as possibilidades de cada um, suprindo as deficiências de um com as
vantagens do outro, e se importando menos com a designação e mais com o
conteúdo que, como podemos concluir, é revolucionário e, portanto, inicialmente
desconfortável para muitas pessoas.
Abaixo do homem
intelectualizado, transcendendo sua condição física, estão suas mazelas e
dificuldades, inúmeras, porém superadas pelo pensador, que se afasta do inferno
que é a ignorância, é a distância da verdade, através do esforço nas três
frentes de busca, mas que será finalmente redimida pela luz do saber, do
conhecer, do compreender e ai está o privilégio ainda não bem entendido por
alguns espíritas; privilégio, aliás,
explicitado por Kardec quando afirma que o Espiritismo é a um só tempo ciência,
filosofia e religião; o privilégio de não precisarmos mais cindir em sua busca,
de poder crer, ter fé, sem abdicar da razão e buscando na experimentação não só
a confirmação, mas o entendimento, o detalhamento de tudo o que mais queríamos
saber: De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos? E assim, na conformidade
como que acabamos de ouvir --- os
caminhos são o estudo das obras básicas do Espiritismo e os que não estiverem
muito dispostos a ler, que ao menos, compareçam às palestras, busquem aprender
as lições e colocá-las em prática e que Jesus nos ajude a crescer
espiritualmente.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
TENHA UMA VONTADE FIRME
Algumas
pessoas possuem vontade firme e realizadora. Em outras, ela é fraca, insegura.
Todos
já realizamos conquistas, movidos pela vontade: no estudo, no trabalho, na
aquisição de um bem, e em inúmeros outros momentos e situações da vida.
Ocorre
que a força que move a vontade é o interesse. Assim, se estamos verdadeiramente
interessados em nossa evolução, havemos de consegui-la, e, para ajudar na
aquisição de força de vontade, primeiro passo para qualquer conquista,
sugerimos o seguinte:
Obs.: A
respiração profunda e o relaxamento harmonizam os ritmos internos, ajudando a
fixar melhor as próprias intenções e decisões. É bom lembrar que, nos
exercícios respiratórios, não é o tórax que deve inflar e desinflar com a
inspiração e expiração, mas o abdômen.
À noite,
antes de dormir, faça um relax. Se não estiver muito tenso, bastam algumas
respirações profundas, lentas e compassadas, com ordens mentais para relaxar,
dirigidas para todo o corpo, parte por parte; se a tensão for mais acentuada,
após as respirações profundas e as ordens para relaxar, trabalhe com a
imaginação. Imagine que seu corpo é uma indústria no fim do expediente; os
operários começam a desligar as máquinas, apagar as luzes e sair de suas seções
fechando as portas atrás de si, deixando tudo em silêncio e em repouso. Essa
saída dos operários começa pelos dedos dos pés, as plantas dos pés, os
tornozelos e assim por diante. Mentalize etapa por etapa essa subida dos
operários, que vão todos saindo pelo alto da cabeça. Depois que todos tiverem
saído, fica tudo em silêncio e em repouso. Mantenha sempre a idéia de relaxar.
Quando
estiver bem relaxado e com o pensamento sereno, formule com clareza e precisão
a seguinte idéia: tenho uma vontade firme e realizadora.
Repita
várias vezes essa afirmação, sentindo-a profundamente, impregnando-a com o
próprio potencial emocional, enviando-a para todo o corpo, sentindo-a penetrar
em todos os órgãos e em cada célula do organismo.
Sinta
crescer nas profundezas do EU a energia que essa intenção afirmativa vai gerando.
Faça isto sem fraquejar, sem questionar se realmente é capaz de ter força de
vontade. Acredite em si mesmo.
Pela
manhã, antes de levantar, pense em alguma conquista ou aquisição já realizada.
Recorde os detalhes das ocorrências e do labor que empregou para conseguir o
que desejava. Procure impregnar todo o seu ser com a vitalidade dessa idéia e
repita aqueles dizeres: “Tenho uma vontade firme e realizadora.”
Durante
o dia, sempre que lembrar, repita o exercício, mesmo sem o relax, apenas com
algumas respirações profundas e a repetição do engrama: “Tenho uma vontade
firme e realizadora.”
MESTRE E APRENDIZ
E respondendo ao discípulo que lhe pedira ensinasse a orar, disse o Mestre generoso:
Quando rogares amor, não abandones o próximo ao frio da indiferença.
Quando suplicares o dom da fé viva, não relegue teu irmão à descrença ou à tortura mental.
Quando pedires luz, não condenes teu companheiro à perturbação nas trevas.
Quando solicitares a bênção da esperança, não espalhes o fel da desilusão.
Quando implorares socorro, não olvides a assistência que deves aos mais necessitados.
Quando rogares consolação, não veicules o desespero à margem do caminho.
Quando pedires perdão, desculpa os que te ofendem.
Quando suplicares justiça, em favor da própria segurança, não te descuides da harmonia de todos que precisas assegurar ao preço de tua renunciação e de tua humildade, a benefício dos que te cercam.
Se reclamares pela claridade da paz, não entendas a sombra da discórdia; se pedires compreensão, não critiques; se aguardares concurso do Céu, não menosprezes a colaboração que o mundo te pede à boavontade.
Assim como fizeres aos outros, assim será feito a ti mesmo.
Segundo plantares, colherás.
Não olvides, assim, que a Vontade do Senhor é também a Lei Eterna e que tudo te responderá na vida, conforme os teus próprios apelos.
Vai, pois, e, orando, perdoa e ajuda sempre!...
Foi então que o aprendiz, reconhecendo que não basta simplesmente pedir para receber a felicidade, passou a construí-la através do serviço à felicidade dos outros, compreendendo, por fim, que somente pelo trabalho incessante no bem poderia orar em perfeita comunhão com a Bondade de Deus.
Quando rogares amor, não abandones o próximo ao frio da indiferença.
Quando suplicares o dom da fé viva, não relegue teu irmão à descrença ou à tortura mental.
Quando pedires luz, não condenes teu companheiro à perturbação nas trevas.
Quando solicitares a bênção da esperança, não espalhes o fel da desilusão.
Quando implorares socorro, não olvides a assistência que deves aos mais necessitados.
Quando rogares consolação, não veicules o desespero à margem do caminho.
Quando pedires perdão, desculpa os que te ofendem.
Quando suplicares justiça, em favor da própria segurança, não te descuides da harmonia de todos que precisas assegurar ao preço de tua renunciação e de tua humildade, a benefício dos que te cercam.
Se reclamares pela claridade da paz, não entendas a sombra da discórdia; se pedires compreensão, não critiques; se aguardares concurso do Céu, não menosprezes a colaboração que o mundo te pede à boavontade.
Assim como fizeres aos outros, assim será feito a ti mesmo.
Segundo plantares, colherás.
Não olvides, assim, que a Vontade do Senhor é também a Lei Eterna e que tudo te responderá na vida, conforme os teus próprios apelos.
Vai, pois, e, orando, perdoa e ajuda sempre!...
Foi então que o aprendiz, reconhecendo que não basta simplesmente pedir para receber a felicidade, passou a construí-la através do serviço à felicidade dos outros, compreendendo, por fim, que somente pelo trabalho incessante no bem poderia orar em perfeita comunhão com a Bondade de Deus.
ORAÇÃO DA LUZ FELIZ 2013
Envolva-me Senhor, com a tua luz poderosíssima.
Permeia todas as minhas células, uma a uma, instante após instante, até que um dia,com a tua ajuda, eu consiga trazer para fora de mim a luz que está guardada no meu alqueire com tanto egoísmo de minha parte.
Que no dia de hoje, todas as pessoas que se encontrarem comigo, sejam amigas ou não amigas, simpatizantes ou simples passantes, ao olharem para mim, tocarem em mim, pensarem em mim, lerem, escreverem, ou pronunciarem o meu nome ou ouvirem a minha voz, ou tudo isso acontecer de mim para com eles, sintam que não sou eu, um corpo físico, que está diante deles mas a tua preciosíssima Luz.
E ao contato dessa Luz,que todos os nossos problemas encontrem uma solução, de acordo com os nossos merecimentos e os sagrados postulados da tua Lei.
Reveste-nos da tua beleza, Senhor, para que durante cada dia nós te revelemos a todos e possamos proclamar o Reino de Deus na face da Terra.
Permeia todas as minhas células, uma a uma, instante após instante, até que um dia,com a tua ajuda, eu consiga trazer para fora de mim a luz que está guardada no meu alqueire com tanto egoísmo de minha parte.
Que no dia de hoje, todas as pessoas que se encontrarem comigo, sejam amigas ou não amigas, simpatizantes ou simples passantes, ao olharem para mim, tocarem em mim, pensarem em mim, lerem, escreverem, ou pronunciarem o meu nome ou ouvirem a minha voz, ou tudo isso acontecer de mim para com eles, sintam que não sou eu, um corpo físico, que está diante deles mas a tua preciosíssima Luz.
E ao contato dessa Luz,que todos os nossos problemas encontrem uma solução, de acordo com os nossos merecimentos e os sagrados postulados da tua Lei.
Reveste-nos da tua beleza, Senhor, para que durante cada dia nós te revelemos a todos e possamos proclamar o Reino de Deus na face da Terra.
Assim Seja, amém
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