ESTANTE DE LIVROS DE MENSAGENS
sábado, 26 de outubro de 2013
Autodesobsessão
Se
você já pode dominar a intemperança mental...
Se esquece os próprios constrangimentos, a fim de cultivar o
prazer de servir...
Se sabe cultivar o comentário infeliz, sem passá-lo adiante...
Se vence a indisposição contra o estudo e continua, tanto quanto possível, em contato com a leitura construtiva...
Se olvida mágoas sinceramente, mantendo um espírito compreensivo e
cordial, à frente dos ofensores...
Se você se aceita como é, com as dificuldades e conflitos que tem,
trabalhando com tudo aquilo que não pode modificar...
Se persevera na execução dos seus propósitos enobrecedores, apesar de
tudo que se faça ou fale contra você...
Se compreende que os outros têm o direito de experimentar o tipo de
felicidade a que se inclinem, como nos acontece...
Se crê e pratica o princípio de que somente auxiliando o próximo, é que
seremos auxiliados...
Se é capaz de sofrer e lutar na seara do bem, sem trazer o coração amargoso e intolerante...
Então, você estará dando passos largos para libertar-se da sombra, entrando, em definitivo, no trabalho da autodesobsessão
Se esquece os próprios constrangimentos, a fim de cultivar o
prazer de servir...
Se sabe cultivar o comentário infeliz, sem passá-lo adiante...
Se vence a indisposição contra o estudo e continua, tanto quanto possível, em contato com a leitura construtiva...
Se olvida mágoas sinceramente, mantendo um espírito compreensivo e
cordial, à frente dos ofensores...
Se você se aceita como é, com as dificuldades e conflitos que tem,
trabalhando com tudo aquilo que não pode modificar...
Se persevera na execução dos seus propósitos enobrecedores, apesar de
tudo que se faça ou fale contra você...
Se compreende que os outros têm o direito de experimentar o tipo de
felicidade a que se inclinem, como nos acontece...
Se crê e pratica o princípio de que somente auxiliando o próximo, é que
seremos auxiliados...
Se é capaz de sofrer e lutar na seara do bem, sem trazer o coração amargoso e intolerante...
Então, você estará dando passos largos para libertar-se da sombra, entrando, em definitivo, no trabalho da autodesobsessão
sábado, 19 de outubro de 2013
PREMIO E CASTIGO
Ao longo dos séculos a humanidade tem ouvido os religiosos pregarem a necessidade de praticar o bem para receber o prêmio póstumo, ou seja depois da morte.
Caso ele não pratique o bem, fará jus ao devido castigo.
Temos que reconhecer que esse não é um método eficaz de educação para os nossos dias, quando o homem já possui tantas informações sobre o universo que o rodeia.
Mas, então, não há argumentos que possam levar o homem à prática do bem?
Certamente que os há. No entanto, a lógica e a razão devem ser levadas em conta.
Hoje o homem tem razões de sobra para crer que o universo, do qual fazemos parte, não se fez sozinho e nem foi fruto do acaso.
Sabe também, que não há efeito sem causa, e que o universo é um efeito que há de ter uma causa. E uma causa inteligente, pois tudo no universo se comporta de forma inteligente.
O homem sabe que existem bilhões de galáxias espalhadas pelo universo e que as leis que regem esse universo infinito são perfeitas.
A lógica nos leva a deduzir que acima de toda a criação, há de ter uma causa primária, uma inteligência suprema, criadora de todas essas maravilhas.
Chegaremos então à conclusão de que essa causa primária, essa inteligência suprema é o que chamamos Deus.
Ora, se fazemos parte desse universo, é lógico deduzir que também fomos criados com uma finalidade útil.
Se buscarmos com sinceridade, encontraremos nos ensinos de Jesus, o espírito mais perfeito que a terra conheceu, a prescrição de que devemos fazer o bem.
Jesus resumiu toda a lei e os profetas na máxima: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Disse também que a cada um será dado segundo suas obras.
Pensando nessas verdades, logicamente deduziremos que não seremos premiados, nem castigados, mas obteremos o resultado dos nossos próprios atos.
Disso temos inúmeros exemplos no nosso cotidiano.
Se somos um aluno relapso, teremos a nota correspondente.
Se não gostamos de trabalhar, receberemos o salário do ocioso.
Se comemos ou bebemos demais teremos distúrbios variados no organismo, e assim por diante.
No entanto, se é verdade que hoje temos a impressão de que recebemos um castigo que não fizemos por merecer, é que a causa da nossa desdita está oculta em existências anteriores, e o efeito chega agora no endereço certo.
Isso não é castigo, mas oportunidade bendita que Deus nos oferece para corrigir o equivoco.
Também é verdade que temos momentos de felicidade. São os momentos que fizemos por merecer, ou que a misericórdia divina nos concede a fim de que possamos refazer as forças.
Dessa forma, podemos comparar a nossa existência a um jardim, que produzirá somente o que nele plantarmos, respeitando sempre a nossa livre vontade.
Assim, se de vez em quando encontrarmos um espinheiro plantado no meio do nosso jardim, arranquemos e plantemos em seu lugar a flor mais perfumada que conhecemos, porque, embora demore um pouco para florescer, no futuro teremos a flor.
Pense nisso!
Pense nisso! Todos somos filhos do Amor divino, e trazemos em nós as possibilidades de conquistar a felicidade, sem prêmios, nem castigos
Caso ele não pratique o bem, fará jus ao devido castigo.
Temos que reconhecer que esse não é um método eficaz de educação para os nossos dias, quando o homem já possui tantas informações sobre o universo que o rodeia.
Mas, então, não há argumentos que possam levar o homem à prática do bem?
Certamente que os há. No entanto, a lógica e a razão devem ser levadas em conta.
Hoje o homem tem razões de sobra para crer que o universo, do qual fazemos parte, não se fez sozinho e nem foi fruto do acaso.
Sabe também, que não há efeito sem causa, e que o universo é um efeito que há de ter uma causa. E uma causa inteligente, pois tudo no universo se comporta de forma inteligente.
O homem sabe que existem bilhões de galáxias espalhadas pelo universo e que as leis que regem esse universo infinito são perfeitas.
A lógica nos leva a deduzir que acima de toda a criação, há de ter uma causa primária, uma inteligência suprema, criadora de todas essas maravilhas.
Chegaremos então à conclusão de que essa causa primária, essa inteligência suprema é o que chamamos Deus.
Ora, se fazemos parte desse universo, é lógico deduzir que também fomos criados com uma finalidade útil.
Se buscarmos com sinceridade, encontraremos nos ensinos de Jesus, o espírito mais perfeito que a terra conheceu, a prescrição de que devemos fazer o bem.
Jesus resumiu toda a lei e os profetas na máxima: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Disse também que a cada um será dado segundo suas obras.
Pensando nessas verdades, logicamente deduziremos que não seremos premiados, nem castigados, mas obteremos o resultado dos nossos próprios atos.
Disso temos inúmeros exemplos no nosso cotidiano.
Se somos um aluno relapso, teremos a nota correspondente.
Se não gostamos de trabalhar, receberemos o salário do ocioso.
Se comemos ou bebemos demais teremos distúrbios variados no organismo, e assim por diante.
No entanto, se é verdade que hoje temos a impressão de que recebemos um castigo que não fizemos por merecer, é que a causa da nossa desdita está oculta em existências anteriores, e o efeito chega agora no endereço certo.
Isso não é castigo, mas oportunidade bendita que Deus nos oferece para corrigir o equivoco.
Também é verdade que temos momentos de felicidade. São os momentos que fizemos por merecer, ou que a misericórdia divina nos concede a fim de que possamos refazer as forças.
Dessa forma, podemos comparar a nossa existência a um jardim, que produzirá somente o que nele plantarmos, respeitando sempre a nossa livre vontade.
Assim, se de vez em quando encontrarmos um espinheiro plantado no meio do nosso jardim, arranquemos e plantemos em seu lugar a flor mais perfumada que conhecemos, porque, embora demore um pouco para florescer, no futuro teremos a flor.
Pense nisso!
Pense nisso! Todos somos filhos do Amor divino, e trazemos em nós as possibilidades de conquistar a felicidade, sem prêmios, nem castigos
PREMIO E CASTIGO
Ao longo dos séculos a humanidade tem ouvido os religiosos pregarem a necessidade de praticar o bem para receber o prêmio póstumo, ou seja depois da morte.
Caso ele não pratique o bem, fará jus ao devido castigo.
Temos que reconhecer que esse não é um método eficaz de educação para os nossos dias, quando o homem já possui tantas informações sobre o universo que o rodeia.
Mas, então, não há argumentos que possam levar o homem à prática do bem?
Certamente que os há. No entanto, a lógica e a razão devem ser levadas em conta.
Hoje o homem tem razões de sobra para crer que o universo, do qual fazemos parte, não se fez sozinho e nem foi fruto do acaso.
Sabe também, que não há efeito sem causa, e que o universo é um efeito que há de ter uma causa. E uma causa inteligente, pois tudo no universo se comporta de forma inteligente.
O homem sabe que existem bilhões de galáxias espalhadas pelo universo e que as leis que regem esse universo infinito são perfeitas.
A lógica nos leva a deduzir que acima de toda a criação, há de ter uma causa primária, uma inteligência suprema, criadora de todas essas maravilhas.
Chegaremos então à conclusão de que essa causa primária, essa inteligência suprema é o que chamamos Deus.
Ora, se fazemos parte desse universo, é lógico deduzir que também fomos criados com uma finalidade útil.
Se buscarmos com sinceridade, encontraremos nos ensinos de Jesus, o espírito mais perfeito que a terra conheceu, a prescrição de que devemos fazer o bem.
Jesus resumiu toda a lei e os profetas na máxima: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Disse também que a cada um será dado segundo suas obras.
Pensando nessas verdades, logicamente deduziremos que não seremos premiados, nem castigados, mas obteremos o resultado dos nossos próprios atos.
Disso temos inúmeros exemplos no nosso cotidiano.
Se somos um aluno relapso, teremos a nota correspondente.
Se não gostamos de trabalhar, receberemos o salário do ocioso.
Se comemos ou bebemos demais teremos distúrbios variados no organismo, e assim por diante.
No entanto, se é verdade que hoje temos a impressão de que recebemos um castigo que não fizemos por merecer, é que a causa da nossa desdita está oculta em existências anteriores, e o efeito chega agora no endereço certo.
Isso não é castigo, mas oportunidade bendita que Deus nos oferece para corrigir o equivoco.
Também é verdade que temos momentos de felicidade. São os momentos que fizemos por merecer, ou que a misericórdia divina nos concede a fim de que possamos refazer as forças.
Dessa forma, podemos comparar a nossa existência a um jardim, que produzirá somente o que nele plantarmos, respeitando sempre a nossa livre vontade.
Assim, se de vez em quando encontrarmos um espinheiro plantado no meio do nosso jardim, arranquemos e plantemos em seu lugar a flor mais perfumada que conhecemos, porque, embora demore um pouco para florescer, no futuro teremos a flor.
Pense nisso!
Pense nisso! Todos somos filhos do Amor divino, e trazemos em nós as possibilidades de conquistar a felicidade, sem prêmios, nem castigos
Caso ele não pratique o bem, fará jus ao devido castigo.
Temos que reconhecer que esse não é um método eficaz de educação para os nossos dias, quando o homem já possui tantas informações sobre o universo que o rodeia.
Mas, então, não há argumentos que possam levar o homem à prática do bem?
Certamente que os há. No entanto, a lógica e a razão devem ser levadas em conta.
Hoje o homem tem razões de sobra para crer que o universo, do qual fazemos parte, não se fez sozinho e nem foi fruto do acaso.
Sabe também, que não há efeito sem causa, e que o universo é um efeito que há de ter uma causa. E uma causa inteligente, pois tudo no universo se comporta de forma inteligente.
O homem sabe que existem bilhões de galáxias espalhadas pelo universo e que as leis que regem esse universo infinito são perfeitas.
A lógica nos leva a deduzir que acima de toda a criação, há de ter uma causa primária, uma inteligência suprema, criadora de todas essas maravilhas.
Chegaremos então à conclusão de que essa causa primária, essa inteligência suprema é o que chamamos Deus.
Ora, se fazemos parte desse universo, é lógico deduzir que também fomos criados com uma finalidade útil.
Se buscarmos com sinceridade, encontraremos nos ensinos de Jesus, o espírito mais perfeito que a terra conheceu, a prescrição de que devemos fazer o bem.
Jesus resumiu toda a lei e os profetas na máxima: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Disse também que a cada um será dado segundo suas obras.
Pensando nessas verdades, logicamente deduziremos que não seremos premiados, nem castigados, mas obteremos o resultado dos nossos próprios atos.
Disso temos inúmeros exemplos no nosso cotidiano.
Se somos um aluno relapso, teremos a nota correspondente.
Se não gostamos de trabalhar, receberemos o salário do ocioso.
Se comemos ou bebemos demais teremos distúrbios variados no organismo, e assim por diante.
No entanto, se é verdade que hoje temos a impressão de que recebemos um castigo que não fizemos por merecer, é que a causa da nossa desdita está oculta em existências anteriores, e o efeito chega agora no endereço certo.
Isso não é castigo, mas oportunidade bendita que Deus nos oferece para corrigir o equivoco.
Também é verdade que temos momentos de felicidade. São os momentos que fizemos por merecer, ou que a misericórdia divina nos concede a fim de que possamos refazer as forças.
Dessa forma, podemos comparar a nossa existência a um jardim, que produzirá somente o que nele plantarmos, respeitando sempre a nossa livre vontade.
Assim, se de vez em quando encontrarmos um espinheiro plantado no meio do nosso jardim, arranquemos e plantemos em seu lugar a flor mais perfumada que conhecemos, porque, embora demore um pouco para florescer, no futuro teremos a flor.
Pense nisso!
Pense nisso! Todos somos filhos do Amor divino, e trazemos em nós as possibilidades de conquistar a felicidade, sem prêmios, nem castigos
ORIENTAÇÃO ESPIRITUAL
Filho, não humilhes os ignorantes e os fracos.
Todos somos viajores da vida eterna.
Do berço ao túmulo atravessamos apenas um ato do imenso drama de nossa evolução para Deus.
Por vezes, o senhor veste o traje pobre do operário humilde para conhecer-lhe as duras necessidades, e o operário humilde veste o suntuoso traje do senhor para conhecer-lhe as duras obrigações na tarefa administrativa.
Quando um homem menospreza as oportunidades de tempo e dinheiro que o Céu lhe confia, volta ao mundo em outro corpo, experimentando a escassez de tudo.
Não escarneças do aleijado. Tua boca poderá cobrir-se de cicatrizes.
Não recolhas os bens que te não pertencem. Teus braços são suscetíveis de caírem paralíticos, sem que possas acariciar o que é teu, provisoriamente.
Não caminhes ao encontro do mal, porque o mal dispõe de recursos para surpreender- te, talvez com a perturbação e com a morte.
Todos somos viajores da vida eterna.
Do berço ao túmulo atravessamos apenas um ato do imenso drama de nossa evolução para Deus.
Por vezes, o senhor veste o traje pobre do operário humilde para conhecer-lhe as duras necessidades, e o operário humilde veste o suntuoso traje do senhor para conhecer-lhe as duras obrigações na tarefa administrativa.
Quando um homem menospreza as oportunidades de tempo e dinheiro que o Céu lhe confia, volta ao mundo em outro corpo, experimentando a escassez de tudo.
Não escarneças do aleijado. Tua boca poderá cobrir-se de cicatrizes.
Não recolhas os bens que te não pertencem. Teus braços são suscetíveis de caírem paralíticos, sem que possas acariciar o que é teu, provisoriamente.
Não caminhes ao encontro do mal, porque o mal dispõe de recursos para surpreender- te, talvez com a perturbação e com a morte.
Ajuda e passa adiante, expandindo um coração compassivo para com todas as dores e cheio de amor e perdão para todas as ofensas.
Quando não puderes louvar, cala-te e espera, porque a língua viciada na definição dos defeitos alheios regressa ao mundo em plena mudez.
Quem chega através de um berço risonho, na maioria dos casos é alguém que torna ao campo da carne, a fim de restaurar-se e aprender.
Assim como a flor se destina ao fruto que alimenta, o teu conhecimento deve produzir a bondade que constrói e santifica.
Lembra-te de que longo é o caminho e que necessitaremos trocar de corpo, na direção da vitória final, tantas vezes quantas forem precisas, até que a indispensabilidade da vestimenta física se desvaneça com as encarnações sucessivas.. .
Colheremos da sementeira que fizermos.
Não desprezes, assim, os menos felizes.
O malfeitor e o vagabundo que se deixaram escravizar pelos demônios da preguiça são igualmente nossos irmãos. Ajudemo-los, através de todos os meios ao nosso alcance.
Nem sempre o verdadeiro infortunado é aquele que se debate num leito de sofrimento. Não olvides o infeliz bem trajado que cruza as avenidas da ignorância, sem paz e sem luz.
Filho meu, voltaremos ainda à Terra, provavelmente, muitas vezes...
O serviço de redenção assim o exige.
Ama a todos.
Auxilia indistintamente.
Semeia o bem, à margem de todas as estradas.
Recorreremos ao amparo de muitos. É da Lei do Senhor que não avancemos sem os braços fraternos uns dos outros.
Prepara, desde agora, a colaboração de que necessitarás, a fim de prosseguirmos, em paz, montanha acima! Sê irmão de todos,
para que te sintas, desde hoje, no centro da grande família humana, e o Senhor Supremo te abençoará.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
O VERBO
"Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina." - Paulo. (TITO, 2:1.)
Desde que não permaneças em temporária inibição do verbo, serás assediado a
falar em todas as situações.
Convocar-te-ão a palavra os que desejam ser bons e os deliberadamente maus, os
cegos das estradas sombrias e os caminheiros das sendas tortuosas.
Corações perturbados pretenderão arrancar-te expressões perturbadoras.
Caluniadores induzir-te-ão a caluniar.
Mentirosos levar-te-ão a mentir.
Levianos tentarão conduzir-te à leviandade.
Ironistas buscarão localizar-te a alma no falso terreno do sarcasmo.
Compreende-se que procedam assim, porquanto são ignorantes, distraídos da
iluminação espiritual. Cegos desditosos sem o saberem, vão de queda em queda, desastre
a desastre, criando a desventura de si mesmos.
Tu, porém, que conheces o que eles desconhecem, que cultivas na mente valores
espirituais que ainda não cultivam, toma cuidado em usar o verbo, como convém ao
Espírito do Cristo que nos rege os destinos. É muito fácil falar aos que nos interpelam, de
maneira a satisfazê-los, e não é difícil replicar-lhes como convém aos nossos interesses e
conveniências particulares; todavia, dirigirmo-nos aos outros, com a prudência amorosa e
com a tolerância educativa, como convém à sã doutrina do Mestre, é tarefa complexa e
enobrecedora, que requisita a ciência do bem no coração e o entendimento evangélico
nos raciocínios.
Que os ignorantes e os cegos da alma falem desordenadamente, pois não sabem,
nem vêem... Tu, porém, acautela-te nas criações verbais, como quem não se esquece das
contas naturais a serem acertadas no dia próximo.
Desde que não permaneças em temporária inibição do verbo, serás assediado a
falar em todas as situações.
Convocar-te-ão a palavra os que desejam ser bons e os deliberadamente maus, os
cegos das estradas sombrias e os caminheiros das sendas tortuosas.
Corações perturbados pretenderão arrancar-te expressões perturbadoras.
Caluniadores induzir-te-ão a caluniar.
Mentirosos levar-te-ão a mentir.
Levianos tentarão conduzir-te à leviandade.
Ironistas buscarão localizar-te a alma no falso terreno do sarcasmo.
Compreende-se que procedam assim, porquanto são ignorantes, distraídos da
iluminação espiritual. Cegos desditosos sem o saberem, vão de queda em queda, desastre
a desastre, criando a desventura de si mesmos.
Tu, porém, que conheces o que eles desconhecem, que cultivas na mente valores
espirituais que ainda não cultivam, toma cuidado em usar o verbo, como convém ao
Espírito do Cristo que nos rege os destinos. É muito fácil falar aos que nos interpelam, de
maneira a satisfazê-los, e não é difícil replicar-lhes como convém aos nossos interesses e
conveniências particulares; todavia, dirigirmo-nos aos outros, com a prudência amorosa e
com a tolerância educativa, como convém à sã doutrina do Mestre, é tarefa complexa e
enobrecedora, que requisita a ciência do bem no coração e o entendimento evangélico
nos raciocínios.
Que os ignorantes e os cegos da alma falem desordenadamente, pois não sabem,
nem vêem... Tu, porém, acautela-te nas criações verbais, como quem não se esquece das
contas naturais a serem acertadas no dia próximo.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
sábado, 21 de setembro de 2013
sábado, 14 de setembro de 2013
CUIDA DE APRENDER
Cuidai de aprender a pensar com retidão; cuidar de aprender
a falar com
decência; cuidai de aprender a viver na inspiração do Amor
passamos a viver com o ignorante, respirando com
ele o mesmo clima do ódio, da inveja e do orgulho, é bom que
te lembres do que te
falei muitas vezes, sobre o perdão das ofensas, do
esquecimento das faltas, do amor
aos próprios malfeitores. Esse procedimento isola o ofendido
do ofensor, e o ajuda a
compreender as leis de Deus, que vibram em tudo e orientam a
todos
A honestidade na criatura é a presença da
confiança no coração.
Quem me acompanha deve perder o hábito de ferir, de criticar
e de perder tempo com
atos incômodos, criando ambiente para alegrias constantes,
juntamente com o Bem
que sempre vive. Eu te falo como espírito sem raça e sem
pátria, porque a minha raça
é a humanidade e a minha pátria, o mundo, senão humanidades
e mundos
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
GUARDE CERTEZA
O ato de rebeldia e dureza, antes de manifestar-se em maligna agitação, transforma o templo da alma em foco de lixo vibratório.
A palavra precipitada e ferina, antes de ferir o ouvido alheio, entenebrece os processos mentais do seu autor, com a sombra da invigilância.
A queixa, embora aparentemente justa, antes de parasitar o equilíbrio do próximo, vicia as intenções mais íntimas do seu portador.
A opinião estagnada e orgulhosa, antes de acabrunhar o interlocutor, cristaliza as possibilidades de atualização e aperfeiçoamento de quem a manifesta.
O hábito lamentável, superficialmente comum, antes de sugerir a trilha da frustração ao vizinho, aprisiona quem o cultiva em malhas invisíveis de lodo e sombra.
A repetição deliberada de um erro, antes de dilapidar a reputação do delinqüente, intoxica-lhe a vontade e solapa-lhe a segurança.
A grande ação delituosa, antes de exteriorizar-se para o conhecimento de todos, é precedida por pequenas ações infelizes, ocultas nos propósitos escusos daquele que a perpetra.
O desculpismo improcedente, antes de ser vã tentativa de iludir os outros, constitui a realização efetiva da ilusão naquele que o promove.
Antes de agirmos, mentalizamos a ação.
Antes de atuarmos na vida exterior, atuamos em nossa vida profunda.
Antes de sermos bons ou maus para todos, somos bons ou maus para nós mesmos.
Guarde certeza dessas realidades.
Antes de colher o sorriso da felicidade que esperamos através dos outros, é preciso vivermos o bem desinteressado e puro que fará felizes aqueles que nos farão felizes por
nossa vez.
EMMANUEL E ANDRÉ LUIZ - DO LIVRO "ESTUDE E VIVA" - FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
A palavra precipitada e ferina, antes de ferir o ouvido alheio, entenebrece os processos mentais do seu autor, com a sombra da invigilância.
A queixa, embora aparentemente justa, antes de parasitar o equilíbrio do próximo, vicia as intenções mais íntimas do seu portador.
A opinião estagnada e orgulhosa, antes de acabrunhar o interlocutor, cristaliza as possibilidades de atualização e aperfeiçoamento de quem a manifesta.
O hábito lamentável, superficialmente comum, antes de sugerir a trilha da frustração ao vizinho, aprisiona quem o cultiva em malhas invisíveis de lodo e sombra.
A repetição deliberada de um erro, antes de dilapidar a reputação do delinqüente, intoxica-lhe a vontade e solapa-lhe a segurança.
A grande ação delituosa, antes de exteriorizar-se para o conhecimento de todos, é precedida por pequenas ações infelizes, ocultas nos propósitos escusos daquele que a perpetra.
O desculpismo improcedente, antes de ser vã tentativa de iludir os outros, constitui a realização efetiva da ilusão naquele que o promove.
Antes de agirmos, mentalizamos a ação.
Antes de atuarmos na vida exterior, atuamos em nossa vida profunda.
Antes de sermos bons ou maus para todos, somos bons ou maus para nós mesmos.
Guarde certeza dessas realidades.
Antes de colher o sorriso da felicidade que esperamos através dos outros, é preciso vivermos o bem desinteressado e puro que fará felizes aqueles que nos farão felizes por
nossa vez.
EMMANUEL E ANDRÉ LUIZ - DO LIVRO "ESTUDE E VIVA" - FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
REBELDIA
Rebeldia? Rebeldia por quê?
Ousamos perguntar com respeito.
Nos processos da Natureza que te serve,
em nome do Criador, não encontras a revolta em agente algum.
Podas a árvore, no intuito de colher
benefícios e a árvore podada te responde com mais frutos.
Cortas a pedra para que ela te auxilie na
construção e não lhe ouves queixa alguma.
Tosquias a ovelha para que se te acrescente
o agasalho e a ovelha te obedece sem reclamações.
Aprendamos.
Se isso acontece nos domínios da Natureza,
aos quais a razão ainda não enriqueceu, que
se aguardará de nós outros, criaturas de Deus,
com os melhores padrões de discernimento?
Se algo te aborrece, reflete no assunto e,
possivelmente, reconhecerás que sofres algum
desgosto contigo mesmo.
Se te sentes mal-remunerado em serviço, anota
quanto gastas, equilibrando receita e despesa,
à custa do próprio esforço, sem exigir, em teu
favor, a posição daqueles amigos que te
chefiam, para a qual não te preparaste.
Se algum companheiro te incita à discórdia,
silencia e concluirás que semelhante desafio
não se te fará um caminho de paz.
Em qualquer dificuldade, acalma-te, cultiva a
paciência que trabalha sempre e espera sem aflição.
Rebeldia é uma das piores formas de violência
e a violência não auxilia a ninguém.
[Emmanuel]
[Francisco C. Xavier]
Ousamos perguntar com respeito.
Nos processos da Natureza que te serve,
em nome do Criador, não encontras a revolta em agente algum.
Podas a árvore, no intuito de colher
benefícios e a árvore podada te responde com mais frutos.
Cortas a pedra para que ela te auxilie na
construção e não lhe ouves queixa alguma.
Tosquias a ovelha para que se te acrescente
o agasalho e a ovelha te obedece sem reclamações.
Aprendamos.
Se isso acontece nos domínios da Natureza,
aos quais a razão ainda não enriqueceu, que
se aguardará de nós outros, criaturas de Deus,
com os melhores padrões de discernimento?
Se algo te aborrece, reflete no assunto e,
possivelmente, reconhecerás que sofres algum
desgosto contigo mesmo.
Se te sentes mal-remunerado em serviço, anota
quanto gastas, equilibrando receita e despesa,
à custa do próprio esforço, sem exigir, em teu
favor, a posição daqueles amigos que te
chefiam, para a qual não te preparaste.
Se algum companheiro te incita à discórdia,
silencia e concluirás que semelhante desafio
não se te fará um caminho de paz.
Em qualquer dificuldade, acalma-te, cultiva a
paciência que trabalha sempre e espera sem aflição.
Rebeldia é uma das piores formas de violência
e a violência não auxilia a ninguém.
[Emmanuel]
[Francisco C. Xavier]
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
PARA FAZER O BEM
Praticar o bem não é
fazer tudo pelo outro.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos contrariar uma pessoa e deixar que ele faça algo sozinha.
Para fazer o bem, algumas vezes precisamos deixar que a pessoa caminhe por si mesma.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos saber dizer não na hora certa, e não nos submetermos aos caprichos do outro.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos deixar nossos filhos errarem sozinhos, pois só pela dura experiência do erro cometido é que virá o aprendizado e o amadurecimento.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos não responder uma pergunta, mas estimular uma reflexão e deixar que o outro chegue a resposta sozinho.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos mostrar a verdade ao outro, por mais doloroso que seja para ela.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos dizer a pessoa que ela está sendo invasiva e impor alguns limites.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos terminar uma relação que já está desgastada e dissolver antigas raízes de apego ao outro.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos elucidar comportamentos inoportunos que o outro insiste em praticar.
Para fazer o bem, algumas vezes é necessário retirar regalias, privilégios e confortos, para provocar um movimento que levará a pessoa sair do comodismo.
Fazer o bem é dar com amor, mas o amor também pressupõe retirar algo para que a pessoa aprenda a conquistar sozinha.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos contrariar uma pessoa e deixar que ele faça algo sozinha.
Para fazer o bem, algumas vezes precisamos deixar que a pessoa caminhe por si mesma.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos saber dizer não na hora certa, e não nos submetermos aos caprichos do outro.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos deixar nossos filhos errarem sozinhos, pois só pela dura experiência do erro cometido é que virá o aprendizado e o amadurecimento.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos não responder uma pergunta, mas estimular uma reflexão e deixar que o outro chegue a resposta sozinho.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos mostrar a verdade ao outro, por mais doloroso que seja para ela.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos dizer a pessoa que ela está sendo invasiva e impor alguns limites.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos terminar uma relação que já está desgastada e dissolver antigas raízes de apego ao outro.
Para fazer o bem, algumas vezes devemos elucidar comportamentos inoportunos que o outro insiste em praticar.
Para fazer o bem, algumas vezes é necessário retirar regalias, privilégios e confortos, para provocar um movimento que levará a pessoa sair do comodismo.
Fazer o bem é dar com amor, mas o amor também pressupõe retirar algo para que a pessoa aprenda a conquistar sozinha.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
CONVITES DA VIDA
Para onde te voltes,
onde quer que te encontres, defrontarás
os incessantes
convites da vida. Uns se dirigem aos fulcros do
espírito idealista
estimulando à ascensão; outros gritam nos recônditos
do ser atormentado,
convocando ao abissal mergulho no
sofrimento evitável.
Os arrojos
tecnológicos facultam celeremente altas cargas de
informações que te
pesam constritoramente, debilitando as forças
do teu ideal.
Simultaneamente, alargam horizontes para excelsas
cogitações cuja
magnitude transcende a tua capacidade de apreender.
A litania do
desespero chama-te a atenção.
A balbúrdia sexólatra
desperta-te a observação.
O brado de revolta
convoca-te ao exame das situações.
As mercadorias do
prazer espicaçam-te os sentidos.
A loucura
generalizada convida-te à alucinação marginalizante.
O medo envolve-te em
angústia injustificável.
Ocorre que a Terra
transita de “mundo de expiação” para
“mundo de
regeneração”, consoante as felizes informações, recolhidas
por Allan Kardec, da
Espiritualidade Superior.
Concomitantemente, a
paz necessita da tua cooperação.
A cruzada do amor e
da caridade inspira-te passos gigantescos
na direção da
liberdade plena.
O bem de qualquer
denominação abrasa-te, guiando tuas aspirações
nos rumos infinitos.
A esperança,
embriagando tua alma, conduz as claridades divinas
aos teus painéis
íntimos.
Convidam-te: a
reflexão a sublimes colóquios, a humildade a
total desprendimento,
a fé à mudança de paisagens, o dever à luta
incessante pela
sublimação, a paciência a cuidadosas realizações
em profundidade, em
suma, o Cristo, ao inexcedível serviço da
luz.
Ainda ontem homens e
mulheres célebres fizeram-se notáveis
porque aceitaram os
convites da vida, como desafios que aceitaram
e dos quais se
liberaram com resultados felizes, mediante os
quais se
engrandeceram, renovaram outros homens, outras mulheres
e o mundo.
Milton, cego e pobre,
após a morte de Cromwell, de quem era
secretário,
esqueceu-se da limitação e ditou à esposa e filhas, em
poesia de lirismo
ímpar, o seu “Paraíso Perdido”.
Steinmetz, não
obstante a deformidade física, revelou-se a
penosos esforços
cientista insuperável.
Roberto Luiz
Stevenson, tuberculoso, olvidou as penas e tornou-
se esteta da
literatura.
Antonio Francisco Lisboa,
o “Aleijadinho”, apesar das dores
cruéis que
experimentava em face da terrível enfermidade que
sofria, esculpiu a
pedra com arte primorosa.
Eunice Weaver aceitou
o desafio da lepra e, após admiráveis
contribuições sociais
de outra natureza, levantou os Preventórios
para os descendentes
sadios dos hansenianos, fazendo baixar a
incidência do
terrível mal, no Brasil.
Martin Luther King
não temeu a discriminação racial e “colored”
encabeçou as “marchas
da paz”, inspirado na resistência
pacífica, logrando
inestimáveis conquistas para os irmãos perseguidos
pelo vil preconceito.
Estigmatizados por
estranhas enfermidades ou livres delas,
tocados pelo ideal do
amor e da beleza, incontáveis servidores da
Humanidade atenderam
os convites da vida.
Olha em derredor,
aprofunda observações, ausculta as vozes
inarticuladas em
melodias sublimes em a Natureza e faze algo que
te assinale
positivamente a passagem pela Terra.
Qualquer contribuição
de amor ao próximo e aprimoramento
próprio vale mais do
que coisa nenhuma.
Não te escuses.
A vida é um sublime
convite. Este livro apresenta-te alguns.1
Medita neles. É
modesta contribuição que te trazemos quando a
nacionalidade
brasileira evoca o sesquicentenário da sua emancipação
política.
Lembra-te de
emancipar-te, também, das algemas escravocratas
de qualquer natureza.
Liberta-te da
opressão do mal, ainda hoje, agora.
Viver na Terra é
honra que ninguém pode subestimar.
Um dia, o Rei Estelar,
compreendendo a necessidade de elevar
o homem às
culminâncias da felicidade no Seu Reino, aceitou
o convite-desafio do
mundo em crescimento e desceu à Terra,
erguendo-a, de tal
modo que em breve a dor e a miséria baterão
em retirada,
definitivamente, a fim de que se instalem nela os
chegados dias da
“Jerusalém libertada” em plenitude de paz.
Joanna de Ângelis
terça-feira, 30 de julho de 2013
CONVITE AO OTIMISMO
“Estou
cheio de conforto, transborda-me o gozo em
toda
a nossa tribulação.”
(2ª
Epístola aos Coríntios: capítulo 7º, versículo 4.)
Não vitalizes
tristezas nem desencantos, apesar das configurações
de sofrimentos que
surjam e se avolumem pela senda que
percorres.
Quando tudo parece
perdido, invariavelmente uma solução
surge, inesperada,
providencial. E se não se materializa a resposta
almejada, diretriz
melhor conduzirá o problema de maneira salutar
para ti mesmo, se te
dispuseres esperar.
Sombras não se
modificam com sombras.
O pântano não
renascerá drenado com a condenação da lama.
Mister esparzir luz e
fazer canais providenciais.
Para tanto, o homem
deve impor-se a tarefa de abrir janelas
de otimismo nas salas
onde dominam tristezas e arejar escaninhos
pestilenciais de
pessimismo mediante o aroma da esperança.
Pessimismo é
enfermidade que engendra processo de psicose
grave por antecipação
de um mal que, talvez, não ocorrerá.
A cada instante as
circunstâncias geram circunstâncias outras,
fatores atuais
compõem fatores futuros, dependendo da direção
que lhes imponhas.
Não te canses, desse
modo, exageradamente sob o peso da
nostalgia ou te
entorpeças asfixiado pelos tóxicos das frustrações
que todos experimentam..
Entrega-te a Deus e
deixa-te conduzir tranqüilamente.
Otimismo é estímulo
para o trabalho, vigor para a luta, saúde
para a doença das
paisagens espirituais e luz para as densas trevas
que se demoram em
vitória momentânea.
Nas duas traves da
Cruz, quando tudo pareceria perdido, o
Justo, em excelente
lição de otimismo, descerrou os painéis da
Vida Verdadeira,
morrendo para ressurgir em gloriosa madrugada
de Imortalidade, que
até hoje é o canto sublime e a rota segura,
plena de alegrias para todos nós
terça-feira, 23 de julho de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
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