ESTANTE DE LIVROS DE MENSAGENS
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
SEXO E OBESESSÃO
O grande momento está por chegar. O gargalo está cada vez mais apertado. Nós estamos mergulhados, neste planeta, em um ambiente onde ainda impera o mal sobre o bem, mas o próximo período evolutivo será do bem sobre o mal. Estamos a cada segundo sofrendo ataques que tentam nos envolver em mais dívidas. Na história da humanidade, Jesus Cristo foi o único que passou por esse planeta que não se deixou cair em tentação, mas tentativas não faltaram. Agora, imaginemos nós. Longe de nos compararmos ao Mestre, e Ele disse: ”Orai e vigiai”. Hoje acho que deva ser assim “Vigiai e orai”.
O nosso saudoso Dr. Inácio Ferreira, fundou na espiritualidade um centro de socorro só para médiuns não-completistas. Um centro socorrista para médiuns tarefeiros, mas não necessariamente tarefas em centros espíritas ou espiritualistas. Encarnados que de alguma maneira poderiam ter obtido sucesso com a sua mediunidade aliada a alguma profissão, tarefa ou atividade junto à comunidade, e assim poderiam resgatar com louvor suas dívidas. E neste momento de mudanças, que se encontra a humanidade seguindo o calendário Divino, o nosso dia-a-dia é recheado de momentos que nos pedem renúncia, lucidez, paciência, humildade, perseverança, amor, respeito, equilíbrio... Vigiai e orai. Emmanuel diz com toda a sua sabedoria que a vida é um eterno ato religioso. Eu acredito piamente nesta afirmação, e todos nós deveríamos repensar nossas vidas, nossos atos.
Entendemos a religião como um ato que só ocorre em templos, igrejas ou em momentos de reunião para esse fim. Circunscritos a poucos minutos semanalmente, mensalmente, isso quando não anualmente. Muito bem, creio que a palavra religião deveria ter hoje um novo significado. O nosso dia requer dedicação a cada segundo aos nossos atos, ao próximo, aos pensamentos, gestos. A cada passo que damos, o segundo que ficou para trás já é nosso passado. E o que ele registrou de nós? Um só desse segundo, que foi um mau pensamento, uma só má intenção, ficou registrado. E, se nos levar a cometer uma má ação, poderemos ter 1, 4, 7, várias reencarnações. Um mau pensamento direcionado pelos nossos irmaõzinhos do passado ou simpáticos a nossa invigilância de hoje. Isso só um mau pensamento em uma vida média de 60 anos. Um só, digo!!! Orai e vigiai.
“O sexo tem sido um espinho cravado nas carnes da alma humana, dilacerador e contundente espículo que gera muito sofrimento.” Este trecho é do livro Sexo e Obsessão, de Divaldo P. Franco, ditado pelo espírito Manoel P. De Miranda, mas esta parte é ditada pela venerada madre Clara de Jesus. O sexo foi fator desencadeante de grandes conflitos da humanidade. Quando usado fora dos reais propósitos logicamente. O sexo é fonte de energia criadora. Depois do pensamento, é a energia mais forte que temos e que mais nos aproxima de Deus, o Criador. E somos os co-criadores do Pai, através das forças sexuais corretamente utilizadas, que harmonizam, tranqüilizam e reproduzem. E essas forças poderosas são responsáveis também pela criação das melhores expoentes das artes através dos tempos. Quando aprisionadas e mal canalizadas, explodem pelos veias da violência.
E as forças contrárias ao bem têm usado com tenacidade e ardileza o desregramento sexual para derrubar os trabalhadores que carregam a bandeira do Cristo. Principalmente os médiuns, usando as brechas, portas ainda abertas, invigilantes, dos nossos tormentos do passado.
Trazemos no nosso corpo sutil, perispiritual, as mazelas do passado, tormentos pedindo resoluções, equilíbrios. Desregramentos também de ordem sexual que ainda não conseguimos resolver. Ou outros que são hoje são usados pelo lado sexual pelo próprio momento que as facilidades do mundo “moderno” propicia. Uma pessoa pode passar a vida inteira sem que esses turbilhões aflorem. De repente, achamos que as nossas vidas com filhos e uma estrutura social ilibada, trabalhos materiais e espirituais invejáveis, está estabilizada e ganha. Então, eis que se avizinha a tempestade no horizonte. Esta pode te atingir no próprio local cristão, na forma de alma gêmea, a metade da laranja. Absurdo essas afirmações, são subterfúgios. Como pode os desígnios do nosso Deus, que é amor na sua verdadeira essência, permitir que a verdadeira pessoa de nossa vida, apareça depois de décadas, com o lar já constituído, filho e tudo mais? Pode até acontecer de maneira suave. Temos os divórcios até amigáveis, mas que são frutos de casamentos por interesses financeiros, matérias e só por um corpo físico. Oficialmente se separa o que por si só já estava separado. Mas o que acontece geralmente na sua quase totalidade dos casos é apenas sensualidade mesmo, sexo desregrado, satisfação exacerbada dos sentidos. Há séculos a humanidade luta contra os desregramentos sexuais e, por via-de-regra, reencarnamos no mesmo meio, próximos de nossos parceiros e em algum ponto da vida nos reencontramos. Quantos já perto de concluir com glória sua reencarnação caem nas tramas pacientes das forças contrárias ao bem?! Quantas pessoas maduras que, contudo ilibada, abandonam seus lares, parceiros de uma vida toda, filhos, em troca de outro da metade da idade. Parceiros bem mais jovens, de comportamentos aparentemente corretos, mas são instrumentos de interesses dessas forças. Impedindo assim de se concluir compromissos assumidos que nos levariam a vitória. Muitas vezes contra o nosso maior inimigo: Nós mesmos!!!
Quando não, se interrompe um trabalho cristão de alta relevância que não nos pertence. Todo trabalho para o bem pertence a Jesus Cristo. Todos nós, eu sei, temos lutado com esforços hercúleos para vencermos as nossas imperfeições. Por isso, a importância do vigiai e orai. Vigiar os pensamentos e orar a Deus para nos livrar do mal, pois muitas vezes não temos estrutura para lutarmos sós com o mal. Evitemos então nos encontrar com o mal, assim não somos tentados. E a mídia, os locais de diversão, Tv, internet, estão recheados disso. É só evitar. Peçamos a Deus, pois nenhum pedido sincero ao Pai fica sem resposta no universo. E as sutilezas desses desvarios vêem de onde nem imaginamos. Um desses expoentes está na nossa música popular e as suas danças. E achamos muito natural e engraçado quando nossas crianças dançam imitando esses dançarinos em frente à Tv. Colocampiercing, que são verdadeiras antenas de energias negativas, funcionam como identificadores de encarnados que poderão ser usados mais tarde.
Os valores morais estão transformados. As pessoas querem mais e melhor, os jovens estão cada vez mais a vontade para saciar um desejo indefinido, por sexo livre e à vontade, e os pais se omitem por falta de controle sobres estes ou mesmo vergonha de conversar. As portas abertas das imperfeições de centenas de reencarnações mergulhados em desregramentos morais, junto com mais desequilíbrios da casa mental, resultam em obsessão. E obsessão requer esforços gigantescos para se livrar.
Mas há perseverança, muita força de vontade e fé são os remédios. E muita leitura dos livros que poderão nos ajudar a identificarmos essa possível obsessão. Como disse Jesus: “Conheça a verdade e a verdade vos libertará.” E temos que procurar ajuda também de amigos do meio cristão, do meio mediúnico que nos ajudará a reconhecer esses males. E o mais importante é o autoconhecimento. E isso se consegue com a leitura de livros edificantes e reveladores.
Sexo e obsessão de Manoel P. Miranda
psicografia de Divaldo FrancoO AMOR
O amor é uma energia que corre em liberdade em todo o Universo
O amor chega desde o centro universal, até ao centro interno de cada um. É o caminho mais genuíno para o nosso crescimento interior
Desde o amor sem condicionalismos nem expectativas, as almas estão sarando, velhas feridas de solidão e abandonos, estão criando um estado interior mais pleno e seguro.
O amor é que nos proporciona a alegria de viver, é o sal da vida!
Amar não é atrair ou sofrer, amar é expandir nossa própria consciência.
Amar é estar por cima de separação, da dualidade do amor e do medo.
O amor só exige, para que cresça, e se aperfeiçoe, que a pessoa se entregue a ele totalmente siga em frente, seja qual for a forma que adote, cada vez com um maior desejo de aproximação de compreensão, de identificação.
Então produzir a abertura total a partir do interior, de modo que o amor atinja a sua própria maturação, se convertendo em fruto. Assim o amor é a raiz, os ramos as folhas, a flor e o fruto, como diversas fases do mesmo processo do amor.
O amor deverá ser alimentado não em função da pessoa mas do próprio amor que se dedica. Amar pelo mesmo fato de amar e não pelas qualidades boas ou más que possamos ver nos demais…
A nossa paz somente é atingida com a plenitude de nossa entrega.
Entregar totalmente significa nos abrir interiormente e só vivendo desse modo se tomará consciência da própria plenitude. Só saindo de nós mesmos se deixará o vazio interior para a consciência da plenitude da vida autentica do espírito.
Com o amor encontraremos o caminho de nos aproximarmos das demais pessoas, mas de dentro, a partir do seu interior, pois o amor é realmente o nosso contato com as pessoas.
Cultivar o amor é nos aproximarmos do interior das pessoas, ou seja da sua verdade, da sua razão de ser, da sua verdadeira e profunda motivação através de Deus.
A vida espiritual só começa quando se descobre que Deus é mais importante, e Ele é em cada momento…
Amar é ter um grande interesse de que as pessoas amadas vivam despertas interiormente, de que se cerquem de Deus interiormente, de que vivam em comunhão com a fonte de vida.
O amor busca a realização do que trazemos dentro de nós a plenitude de consciência, chegar a realizar esta consciência de unidade que é expressão da unidade do Criador. Trata-se de viver centrados neste amor, sem nunca nos agarrarmos à forma.
O amor não se pode medir pela sua intensidade, porque esta depende só da carga energética que leva. O que dá qualidade ao amor é a sua profundidade, ou seja o centro de que procede.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
domingo, 12 de janeiro de 2014
O Pai mais forte do mundo
Oitenta e cinco vezes, Dick Hoyt empurrou seu filho deficiente, Rick, por 42 quilômetros em maratonas. Oitenta vezes, ele não só empurrou seu filho os 42 quilômetros em uma cadeira de rodas, mas também, o rebocou por quatro quilômetros em um barquinho enquanto nadava e pedalou 180 quilômetros, com ele sentado em um banco no guidão da bicicleta, tudo isso em um mesmo dia. Dick também o levou em corridas de esqui, escalou montanhas com ele às costas e chegou a atravessar os Estados Unidos rebocando-o com uma bicicleta. E o que Rick fez por seu pai? Não muito, exceto salvar sua vida. Esta história maravilhosa de amor começou em Winchester, nos EUA, há quarenta e três anos, quando Rick foi estrangulado pelo cordão umbilical durante o parto, ficando com uma lesão cerebral permanente e incapacitado de controlar os membros de seu corpo. – “Ele irá vegetar pelo resto de sua vida”, disse o médico para Dick e sua esposa Judy, quando Rick tinha nove meses. – “Vocês devem interná-lo em uma instituição”, complementou o médico. Mas, o casal não acreditou. Eles repararam como os olhos de Rick seguiam os dois pelo quarto. Quando Rick fez onze anos eles o levaram ao departamento de engenharia da Tufts University e perguntaram se havia algum jeito do garoto se comunicar. – “Não há jeito, seu cérebro não tem atividade alguma”, disseram a Dick. – “Conte uma piada para ele”, Dick desafiou. Eles contaram e Rick riu. Na verdade, tinha muita coisa acontecendo no cérebro de Rick. Usando um computador adaptado para ele poder controlar o cursor tocando com a cabeça um botão no encosto de sua cadeira, Rick, finalmente foi capaz de se comunicar. Suas primeiras palavras? – “Go Bruins!”, o grito da torcida, dos times da Universidade da Califórnia. Depois que um estudante ficou paralítico em um acidente e a escola em que estudava decidiu organizar uma corrida para levantar fundos para ele, Rick digitou: – “Papai, quero participar”. Isso mesmo. Mas como Dick poderia, justo ele, que considerava a si mesmo um “leitão”, que nunca tinha corrido mais que um quilômetro de cada vez, como poderia empurrar seu filho por 8 quilômetros? Mesmo assim, ele tentou. – “Daquela vez eu fui o inválido”, lembra Dick. – “Fiquei com dores durante duas semanas”. Porém, aquilo mudou a vida de Rick. Ele digitou em seu computador: – “Papai, quando você corria eu me sentia como se não fosse mais portador de deficiências”. O que Rick disse, mudou também a vida de Dick. Ele ficou obcecado por dar a Rick essa sensação quantas vezes pudesse. Começou a se dedicar tanto para entrar em forma que ele e Rick estavam prontos para tentar a Maratona de Boston em 1979. – “Impossível!”, disse um dos organizadores da corrida. Pai e filho não eram um só corredor e também não se enquadravam na categoria dos corredores em cadeira de rodas. Durante alguns anos, Dick e Rick simplesmente entraram na multidão e correram de qualquer jeito. Finalmente, encontraram uma forma de entrar oficialmente na corrida. Em 1983, eles correram tão rápido em outra maratona, que o tempo obtido por eles permitia qualificá-los para participar da maratona de Boston no ano seguinte. Depois, alguém sugeriu que tentassem um Triatlon. Como poderiam?! Dick nunca soube nadar e não andava de bicicleta desde os seis anos de idade, como rebocaria seu filho de cinqüenta quilos em um Triatlon? Mesmo assim, Dick tentou. Hoje, ele já participou de duzentos e doze Triatlons, inclusive, quatro cansativos Ironmans de quinze horas de duração, no Havaí. Deve ser demais, para alguém com seus vinte e cinco anos de idade, ser ultrapassado por um velho rebocando um adulto em um barquinho, você não acha? Então por que Dick não competia sozinho? – “De jeito nenhum”, ele diz. Dick faz tudo isso apenas pela sensação que Rick pode ter e demonstrar com seu grande sorriso, enquanto correm, nadam e pedalam juntos. Em 2006, aos sessenta e cinco e quarenta e três anos de idade respectivamente, Dick e Rick completaram a vigésima quarta Maratona de Boston na posição 5.083, entre mais de vinte mil participantes. Seu melhor tempo? Duas horas e quarenta minutos, em 1992, apenas trinta e cinco minutos a mais que o recorde mundial que, caso você não saiba, foi batido por um homem que não empurrava ninguém numa cadeira de rodas enquanto corria. – “Não há dúvida”, digita Dick, “meu pai, é o pai do século”. E Dick também ganhou algo com isso. Há dois anos, ele teve um leve ataque cardíaco, durante uma corrida. Os médicos descobriram que uma de suas artérias estava 95% entupida. Os médicos disseram que se ele não tivesse se dedicado para entrar em forma, é provável que já teria morrido, uns quinze anos antes. De certa forma, Dick e Rick salvaram a vida um do outro. Rick, que hoje tem seu próprio apartamento (ele recebe cuidados médicos) e trabalha em Boston, e Dick, que se aposentou do exército e mora em Holland, Massachussets, sempre acham um jeito de ficarem juntos. Eles fazem palestras em todo o país e participam de corridas, nos finais de semana. Em todo dia dos pais, Rick sempre paga um jantar para seu pai, porém, o que ele mais desejaria fazer pelo seu pai, é um presente que ninguém poderia comprar. “Eu gostaria...”, digita Rick, “...de um dia poder empurrar meu pai na cadeira, pelo menos uma vez”.
"Um homem não morre quando deixa de existir e sim quando deixa de sonhar".
sábado, 11 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
FELIZ ANO NOVO DE 2014- QUE A PAZ E AMOR REINEM SEMPRE
Toda vez que o ano vai chegando ao fim, parece que todos vamos manifestando cansaço maior.
Seja porque as festas se multipliquem (são formaturas, casamentos, jantares de empresas), seja porque já nos vamos preparando para as viagens de férias de logo mais.
De uma forma ou de outra, é comum se escutar as pessoas desabafarem dizendo que desejam mesmo que se acabe logo o ano.
Quem muito sofreu, deseja que ele se acabe e aguarda dias novos, de menos dores.
Quem perdeu amores, deseja que ele se acabe de vez, na ânsia de que os dias que virão consigam trazer esperanças ao coração esfacelado pelas ausências.
Quem está concluindo algum curso e deu o máximo de si, deseja que os meses que se anunciam cheguem logo, para descansar de tanto esforço.
E assim vai. Cada um vai pensando no ano que se finda no sentido de deixar algo para trás. Algo que não foi muito bom.
Naturalmente, muitos são os que veem findar os dias do ano com contentamento, pois eles lhe foram propícios. Esses, almejam que os dias futuros reprisem esses valores de alegria, de afeto, de coisas positivas.
Ano velho, ano novo. São convenções marcadas pelo calendário humano, em função dos movimentos do planeta em torno do astro rei.
Contudo, psicologicamente, também nos remetem, sim, a um estado diferente.
Como Deus nada faz, em Sua sabedoria, sem um fim útil, também assim é com a questão do tempo como o convencionamos.
Cada dia é um novo dia. A noite nos fala de repouso. A madrugada nos anuncia oportunidade renovada.
Cada ano que finda nos convida a deixarmos para trás tudo de ruim, desagradável que já vivenciamos, permitindo-nos projetar planos para o futuro próximo.
Por tudo isso, por esta ensancha que a Divindade nos permite a cada trezentos e sessenta e cinco dias, nesta Terra, pense que você pode melhorar a sua vida no ano que se anuncia.
Comece por retirar de sua casa tudo que a atravanca. Libere-se daquelas coisas que você guarda nos armários, na garagem, no fundo do quintal.
Coisas que estão ali há muito tempo, que você guarda para usar um dia. Um dia que talvez nunca chegue. Pense há quanto tempo elas estão ali: meses, anos... Esperando.
São roupas, calçados, livros, discos antigos, utensílios que você não usa há anos. Libere armários, espaços.
Coisas antigas, superadas são muito úteis em museus, para preservação da memória, da evolução da nossa História.
Doe o que possa e a quem seja mais útil.
Sinta o espaço vazio, sinta-se mais leve.
Depois, pense em quanta coisa inútil você guarda em seu coração, em sua mente.
Mágoas vividas, calúnias recebidas, mentiras que lhe roubaram a paz, traições que o deixaram doente, punhais amigos que lhe rasgaram as carnes da alma...
Alije tudo de si. Mentalmente, coloque tudo em um grande invólucro e imagine-se jogando nas águas correntes de um rio caudaloso que as levará para além, para o mar do esquecimento.
Deseje para si mesmo um ano novo diferente. E comece leve, sem essa carga pesada, que lhe destrói as possibilidades de felicidade.
Comece o novo ano olhando para frente, para o alto. Estabeleça metas de felicidade e conquistas.
Você é filho de Deus e herdeiro do Seu amor, credor de felicidade.
Conquiste-a. Abandone as dores desnecessárias, pense no bem.
Mentalize as pessoas que são amigas, que o amam, lhe querem bem.
Programe-se para estar mais com elas, a fim de, fortalecido, alcançar objetivos nobres.
Comece o ano pensando em como você pode influenciar pessoas, ambientes, com sua ação positiva.
Programe-se para vencer. Programe-se para fazer ouvidos moucos aos que o desejam infelicitar e avance.
Programe-se para ser feliz. O dia surge. É ano novo. Siga para a luz, certo que com vontade firme, desejo de acertar, Jesus abençoará as suas disposições.
É ano novo. Pense novo. Pense grande. Seja feliz.
domingo, 29 de dezembro de 2013
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
ORAÇÃO DE NATAL
Senhor!
Enquanto as melodias do Natal nos enternecem, recordamos também, ante o céu iluminado, a estrela divina que te assinalou o berço na palha singela!...
De novo, alcançam-nos os ouvidos as vozes angélicas:
- Glória a Deus nas Alturas, paz na Terra, boa vontade para com os homens!...
E lembramo-nos do tópico inesquecível da narrativa de Lucas (Evangelho de Lucas 2:8-11):
“Havia na região da manjedoura pastores que viviam nos campos e velavam pelos rebanhos durante a noite; e um anjo do Senhor desceu onde eles se achavam e a glória do Senhor brilhou ao redor deles, pelo que se fizeram tomados de assombro... O anjo, porém, lhes disse: não temais! Eis que vos trago boas novas de grande alegria, que serão para todo o povo... É que hoje vos nasceu, na cidade de David, o Salvador, que é o Cristo, o Senhor”.
Desde o momento em que os pastores maravilhados se movimentaram para ver-te, na hora da alva, começaste, por misericórdia tua, a receber os testemunhos de afeição dos filhos da Terra.
Todavia, muito antes que te homenageassem com o ouro, o incenso e a mirra, expressando a admiração e a reverência do mundo, o teu cetro invisível se dignou acolher, em primeiro lugar, as pequeninas dádivas dos últimos!
Só tu sabes, Senhor, os nome daqueles que algo te ofertaram, em nome do amor puro, nos instantes da estrebaria:
A primeira frase de bênção...
A luz da candeia que principiou a brilhar quando se apagaram as irradiações do firmamento...
Os panos que te livraram do frio...
A manta humilde que te garantiu o leito improvisado...
Os primeiros braços que te enlaçaram ao colo para que José e Maria repousassem...
A primeira tigela de leite...
O socorro aos pais cansados...
Os utensílios de empréstimo para que te não faltasse assistência...
A bondade que manteve a ordem, ao redor a manjedoura, preservando-a de possíveis assaltos...
O feno para o animal que devia transportar-te...
Hoje, Senhor, que quase vinte séculos transcorreram, sobre o teu nascimento, nós, os pequeninos obreiros desencarnados, com a honra de cooperar em teu Evangelho Redivivo, pedimos vênia para algo te ofertar... Nada possuindo de nós, trazemos-te as páginas simples que Tu mesmo nos inspiraste, os pensamentos de gratidão e de amor que nos saíram do coração, em forma de letras, em louvor de tua infinita bondade!
Recebe-os, ó Divino Benfeitor! Com a benevolência com que acolheste as primeiras palavras e respeito e os primeiros gestos de carinho com que as criaturas rudes e anônimas te afagaram na gloriosa descida à Terra!... E que nós – espíritos milenares fatigados do erro, mas renovados na esperança – possamos rever-te a figura sublime, nos recessos do coração, e repetir, como o velho Simeão, após acariciar-te na longa vigília do Templo:
- “Agora, Senhor, despede em paz os teus servos, segundo a tua palavra, porque os nossos olhos viram a salvação!..."
Enquanto as melodias do Natal nos enternecem, recordamos também, ante o céu iluminado, a estrela divina que te assinalou o berço na palha singela!...
De novo, alcançam-nos os ouvidos as vozes angélicas:
- Glória a Deus nas Alturas, paz na Terra, boa vontade para com os homens!...
E lembramo-nos do tópico inesquecível da narrativa de Lucas (Evangelho de Lucas 2:8-11):
“Havia na região da manjedoura pastores que viviam nos campos e velavam pelos rebanhos durante a noite; e um anjo do Senhor desceu onde eles se achavam e a glória do Senhor brilhou ao redor deles, pelo que se fizeram tomados de assombro... O anjo, porém, lhes disse: não temais! Eis que vos trago boas novas de grande alegria, que serão para todo o povo... É que hoje vos nasceu, na cidade de David, o Salvador, que é o Cristo, o Senhor”.
Desde o momento em que os pastores maravilhados se movimentaram para ver-te, na hora da alva, começaste, por misericórdia tua, a receber os testemunhos de afeição dos filhos da Terra.
Todavia, muito antes que te homenageassem com o ouro, o incenso e a mirra, expressando a admiração e a reverência do mundo, o teu cetro invisível se dignou acolher, em primeiro lugar, as pequeninas dádivas dos últimos!
Só tu sabes, Senhor, os nome daqueles que algo te ofertaram, em nome do amor puro, nos instantes da estrebaria:
A primeira frase de bênção...
A luz da candeia que principiou a brilhar quando se apagaram as irradiações do firmamento...
Os panos que te livraram do frio...
A manta humilde que te garantiu o leito improvisado...
Os primeiros braços que te enlaçaram ao colo para que José e Maria repousassem...
A primeira tigela de leite...
O socorro aos pais cansados...
Os utensílios de empréstimo para que te não faltasse assistência...
A bondade que manteve a ordem, ao redor a manjedoura, preservando-a de possíveis assaltos...
O feno para o animal que devia transportar-te...
Hoje, Senhor, que quase vinte séculos transcorreram, sobre o teu nascimento, nós, os pequeninos obreiros desencarnados, com a honra de cooperar em teu Evangelho Redivivo, pedimos vênia para algo te ofertar... Nada possuindo de nós, trazemos-te as páginas simples que Tu mesmo nos inspiraste, os pensamentos de gratidão e de amor que nos saíram do coração, em forma de letras, em louvor de tua infinita bondade!
Recebe-os, ó Divino Benfeitor! Com a benevolência com que acolheste as primeiras palavras e respeito e os primeiros gestos de carinho com que as criaturas rudes e anônimas te afagaram na gloriosa descida à Terra!... E que nós – espíritos milenares fatigados do erro, mas renovados na esperança – possamos rever-te a figura sublime, nos recessos do coração, e repetir, como o velho Simeão, após acariciar-te na longa vigília do Templo:
- “Agora, Senhor, despede em paz os teus servos, segundo a tua palavra, porque os nossos olhos viram a salvação!..."
Paz e Luz a Todos
Francisco
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
QUANDO PENSO EM DEUS
..
1 – Quando Penso em Deus...
tudo se expande e se alegra no Universo: oceanos imensos musicalizam sua águas cristalinas, no "vai-e-vem" das praias cantantes; riachos discretos recitam versos singelos, em louvor à Poesia-Oração
2 – Quando Penso em Deus...
vislumbro, bem longe, nos ignotos Caminhos do Infinito, o esplendor e a emoção de cachoeiras que se projetam, das alturas, orvalhando encostas imponentes; ouço o marulho de ondas, que se desfazem, tranqüilas, balbuciando hinos de louvor à Eternidade...
3 – Quando Penso em Deus...
vejo árvores enormes, curvadas em suave reverência; contemplo, embevecido, quase ajoelhado, plantinhas delicadas, arbustos diminutos, quase imperceptíveis, cingindo o Altar da Natureza, louvando a Divina Criação...
4 – Quando Penso em Deus...
deslumbro-me ante a majestade do espaço, o brilho das estrelas valsando nos salões celestiais...
5 – Quando Penso em Deus...
vejo, nos arsenais da memória e nos sutis gabinetes da visão, braços nimbados de luz, buscando outros braços para os esponsais do Ideal e da Verdade...
6 – Quando Penso em Deus...
identifico almas plenas de esperanças, procurando, no sacrossanto clima do amor e da paz, da bondade e da justiça, outras almas que vivem, sonham, trabalham...
7 – Quando Penso em Deus...
vejo a vida recriada, sublimando espíritos. Contemplo, em prodigiosa tela, imagens aromatizadas, que convertem a aridez da Terra em plácido, sereno, formoso jardim...
8 – Quando Penso em Deus...
o silencioso e nobre gigantismo das montanhas lembra-me o Poder Espiritual – calmo, inspirando pensamentos que se harmonizam com a Força Eterna e invencível do amor, em sua abençoada função geradora de Vida e Humildade...
9 – Quando Penso em Deus...
busco ouvir, através da oração, a sinfonia do amor inextinguível, entoada por Músicos Celestiais, em longínquas constelações, e, também, em planícies regeneradoras, onde laboram homens de boa vontade...
10 – Quando Penso em Deus...
mentalizo rosas, compondo, com alvinitentes lírios, miriametral Bandeira de Luz, protegendo a Terra, sustentando-a na gloriosa destinação de renovar a humanidade terráquea, sob os auspícios de almas encarnadas e desencarnadas...
11 – Quando Penso em Deus...
imagino milhões de buquês de flores – e mais flores, símbolo da perfeição dos bons e dos justos, aspergindo sobre o ciclópio corpo da Terra incomparável perfume...
12 – Quando Penso em Deus...
entendo que santificantes virtudes vibram, sob a Divina Ordenação do Pai, fecundando a Natureza...
13 – Quando Penso em Deus...
o céu, a terra, o mar se enriquecem de sublimados êxtases...
14 – Quando Penso em Deus...
inebrio-me com o magnetismo que o homem registra, limitadamente, devido à transcendência da Obra Divina...
15 – Quando Penso em Deus...
e busco Seu Amparo, sinto-me feliz. As lutas humanas, necessárias à purificação e aperfeiçoamento, não me destroem: consolidam-me as esperanças; robustecem-me as energias; enobrecem-me os anseios ascensionais; vitalizam-me o cosmo orgânico; sutilizam-me o psiquismo; abençoam-me a jornada...
16 – Quando Penso em Deus...
peço a Jesus, Seu Amado Filho, ajude-me na conquista dos dons do amor e da bênção da Luz – o Amor glorifica, a luz brilha, incessantemente...
17 – Quando Penso em Deus...
silencio-me, rejubilo-me, verto lágrimas reconfortantes...
18 – Quando Penso em Deus...
curvo-me, em espírito, rogando aos benfeitores da Vida Maior não me permitam o desfalecimento, no meio do caminho, afim de que possa, no Grande Dia, ver, sentir, beijar a face Augusta do Pai, refletida, no curso de milênios, na Vida e na Obra do Carpinteiro de Nazaré...
19 – Quando Penso em Deus...
reconhecendo-Lhe a grandeza e recebendo-O como Pai, prossigo, confiante, a romagem transformadora. Os tesouros dos céus invadem-me o ser, repletam-me o coração...
20 – Quando Penso em Deus...
tudo de bom, maravilhoso, sublime, acontece, pois sei que ele é Pai de Amor e bondade e me aceita como sou.
sábado, 14 de dezembro de 2013
OS HABÍTOS DE PESSOAS MENTALMENTE FORTES
1) Elas não perdem tempo sentindo pena de si mesmas
Pessoas de mentalidade forte não ficam sentindo pena de suas circunstâncias ou como os outros as trataram. Ao invés disso, elas assumem a responsabilidade por seu papel na vida e compreendem que a vida nem sempre é fácil ou justa.
2) Elas não deixam de lado seu poder
Elas não permitem que os outros as controlem, e elas não permitem alguém tenha poder sobre elas. Elas não dizem coisas como, “Meu chefe me faz sentir mal”, porque elas compreendem que elas estão no controle sobre suas emoções e elas possuem a escolha de como reagir.
3) Elas não fogem dos desafios
Pessoas mentalmente fortes não tentam evitar o desafio. Ao invés disso, elas dão boas vindas de forma positiva às mudanças e estão sempre querendo ser flexíveis. Elas compreendem que a mudança é inevitável e acreditam em suas habilidades de adaptação.
4) Elas não gastam energia com coisas que não podem controlar
Você não ouve uma pessoa mentalmente forte reclamando da mala perdida ou do trânsito. Ao invés disso, elas focam naquilo que podem controlar em suas vidas. Elas reconhecem que algumas vezes, a única coisa que podem controlar, é sua atitude.
5) Elas não se preocupam em agradar todo mundo
Pessoas mentalmente fortes reconhecem que não precisam agradar todo mundo o tempo todo. Elas não têm medo de dizer não ou falar quando é necessário. Elas buscam ser gentis e justas, mas podem lidar com outras pessoas chateadas se elas as fizeram felizes.
6) Elas não têm medo de assumir riscos calculados
Elas não assumem ricos bobos ou fáceis, mas não se importam de assumir riscos calculados. Pessoas mentalmente fortes investem tempo pesando os riscos e benefícios antes de tomar uma grande decisão, e elas estão completamente informadas dos problemas possíveis antes de tomarem ação.
7) Elas não renegam o passado
Pessoas mentalmente fortes não gastam tempo renegando o passado e querendo que as coisas fossem diferentes. Elas reconhecem o passado e podem dizer o que elas aprenderam com ele. Entretanto, elas não revivem constantemente as experiências ruins ou fantasiam sobre os dias gloriosos. Ao invés disso, elas vivem para o presente e planejam para o futuro.
8) Elas não cometem o mesmo erro várias vezes
Pessoas mentalmente fortes aceitam a responsabilidade por seu comportamento e aprendem com os erros do passado. Como resultado, elas não ficam repetindo os mesmos erros sempre. Ao invés disso, elas seguem em frente e tomam melhores decisões no futuro.
9) Elas não ficam ressentidas pelo sucesso alheio
Pessoas mentalmente fortes conseguem apreciar e celebrar o sucesso na vida de outras pessoas. Elas não ficam invejosas ou se sentem trapaceadas quando outros as superam. Ao invés disso, elas reconhecem que o sucesso é conquistado através de trabalho duro, e elas estão querendo o trabalho duro para própria chance de sucesso.
10) Elas não desistem depois da primeira falha
Pessoas mentalmente fortes não percebem uma falha como razão para desistir. Ao invés disso, elas usam o erro como uma oportunidade de crescer e melhorar. Elas querem continuar tentando até conseguirem fazer o certo.
11) Elas não temem a solidão
Pessoas mentalmente fortes conseguem tolerar a solidão e elas não temem o silêncio. Elas não têm medo de ficarem sozinhas com seus pensamentos e elas podem usar esses momentos para serem produtivas. Elas curtem sua própria companhia e não são dependentes de outros para companhia e diversão todo o tempo, mas conseguem ser felizes sozinhas.
12) Elas não acham que o mundo deve alguma coisa a elas
Particularmente na economia atual, executivos e empregados em qualquer nível estão começando a perceber que o mundo não lhes deve um salário, um pacote de benefícios e uma vida confortável, independente de sua preparação e educação. Pessoas mentalmente fortes entram no mundo preparadas para trabalhar e serem bem sucedidas por seus méritos, em cada estágio do jogo.
13) Elas não esperam resultados imediatos
Seja uma rotina de treinos, um regime nutricional ou começar um novo negócio, pessoas mentalmente fortes estão comprometidas com o longo prazo. Elas sabem muito bem não esperar por resultados imediatos. Elas dedicam suas energias e tempo em doses medidas e celebram a cada meta e aumento de sucesso ao longo do caminho. Elas possuem o “poder de permanecer”. E elas compreender que mudanças genuínas levam tempo.
sábado, 7 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
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